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Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca da paz


Publicado em 01 Janeiro de 2018
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Goiás, janeiro de 2018

 

Queridas irmãs,

Queridos irmãos,

 

Mais do que nunca, o nosso mundo está sedento de paz, paz entre as pessoas, entre as culturas e entre os países.

O Papa Francisco nos mandou numa carta para ser comunicada a todos os cristãos e a todas as pessoas de boa vontade. Eis aqui algumas das suas reflexões

A paz, que os anjos anunciaram aos pastores na noite de Natal é uma aspiração profunda de todas as pessoas e de todos os povos, sobretudo de quantos padecem mais duramente pela sua falta. Dentre estes, que trago presente nos meus pensamentos e na minha oração, quero recordar de novo os mais de 250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados. Estes últimos, como afirmou meu amado predecessor Bento XVI, ‘são homens e mulheres, crianças e jovens e idosos que procuram um lugar onde viver em paz. E para o encontrar, muitos deles estão prontos a arriscar a vida numa viagem que se revela, em grandes partes dos casos, longa e perigosa, a sujeitar-se a fadigas e sofrimentos, a enfrentar arames farpados e muros erguidos para os manter longe da meta

Com espírito de misericórdia, abraçamos todos aqueles que fogem da guerra e da fome ou se veem constrangidos a deixar a própria terra por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental” (nº1)

Criar uma cultura da paz também é importante para nós, agentes de pastorais, para nossas famílias e comunidades. O diálogo é importante para resolver os problemas, a humildade é necessária para não impor suas ideias e a justiça é fundamental para suscitar mais solidariedade e fraternidade. Precisamos começar, em primeiro lugar, que isso aconteça entre nós!

Este ano de 2018 é também muito importante para a caminhada da nossa diocese de Goiás. Em abril teremos a Assembleia Diocesana que vai definir nossa Opção Fundamental e as prioridades pastorais. Ter um caminho em comum, não impede ter sensibilidades diferentes, mas o rumo deve ser o mesmo, na fidelidade a Jesus Cristo e à construção do Reino.

Desejo um feliz ano novo e muitas graças de Deus!

 

  +Dom Eugênio Rixen

Bispo da Diocese de Goiás


Fonte: Diocese de Goiás